Sehal reforça gastronomia de São Bernardo do Campo no aniversário de 470 anos da cidade - Sehal - Sindicato das Empresas de Hospedagem Alimentação do Grande ABC

Sehal reforça gastronomia de São Bernardo do Campo no aniversário de 470 anos da cidade

Parabéns pelos 470 anos!

São Bernardo do Campo é uma importante cidade dentro da base de representação do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC). Tem uma subsede do sindicato patronal para atender mais de perto seus associados. E, portanto, dentro de um ranking significativo da Região para o negócio de gastronomia e hotelaria.

Portanto, é com a força dessa categoria que o Sehal parabeniza São Bernardo do Campo pelos seus 470 anos, comemorados neste 20 de agosto de 2023.

O presidente Beto Moreira reconhece que a cidade tem seus atrativos para o setor. Alguns principais eixos como o da avenida Kennedy e adjacências e outras Regiões próximas ao Centro, além de bairros, concentram uma variedade gastronômica que justificam os investimentos dos empresários para o setor.

“Não só as casas tradicionais, mas novos estabelecimentos que estão chegando à cidade identificam o potencial gastronômico e viram na cidade uma oportunidade”, disse Beto Moreira, presidente do Sehal.

Desde a época de fundação do Sehal, em 1943, o potencial de consumo da Região atraía empresários e comerciantes, motivados a instalar hotéis, casas de shows, eventos, bares, pizzarias, restaurantes, entre outros, no ABC. Essa movimentação gerou oportunidade de produção local.

Sempre antenado à movimentação social e econômica, o Sehal passou a oferecer diversos serviços aos trabalhadores, população, associados e parceiros. “E continua firme nessa missão, procura inovar, discute temas relevantes e capacita o setor, entre tantas ações”, reforça o dirigente.

Além de tudo, Beto Moreira ressalta a importância em valorizar o consumo local. “Incentivamos consumidores a permanecerem na cidade, temos na Região uma gastronomia vasta com qualidade e preço. Dessa forma há movimentação na economia regional, o que mantém emprego e renda para as famílias. O nosso objetivo não é exportar e sim importar pessoas, pois temos capacidade para isso”, explica.

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